domingo, 29 de novembro de 2020 - 10:17:35 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 01 de outubro de 2020 - 10:45 PM

Seis candidaturas a prefeito de Xanxerê

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Seis candidaturas a prefeito disputam as eleições este ano, em Xanxerê. Isto vai dar ao eleitor a oportunidade de escolher com mais tranquilidade quem vai governar o município pelos quatro anos seguintes. O eleitor poderá optar pela mudança ou seguir no mesmo caminho, apostando em lideranças que já governam o município há anos. Os candidatos são Adrianinho e Tiecher (PT); Edson Marció e Féo (PODEMOS); Ezequiel Mello e Felipe Rodrigues (PTC); Leandro Vigo (PL) e Tatu (PTB); Oscar Martarello (PSDB) e Adenilso Biasus (MDB); Wilson Martins dos Santos (PSL) e Vinícius Mozetic (DEM).

Renunciou o salário

O candidato a prefeito de Xanxerê, Oscar Martarello (PSDB), assinou em cartório, nesta terça (29), uma Declaração Pública renunciando, caso seja eleito, o recebimento do salário integral de prefeito, ao qual teria direito, durante os 48 meses de seu mandato. O salário líquido para o cargo de prefeito gira em torno de R$ 16,8 mil mensais em Xanxerê, e, com o gesto, Martarello assumiria o compromisso em deixar de receber, em valores atuais, cerca de R$ 800 mil. O vice Adenilso Biasus (MDB) também renunciou ao salário de vice, caso a chapa seja eleita.

PL vem forte para eleições

O Partido Liberal de Santa Catarina é a terceira sigla que mais tem candidatos nas eleições municipais de 2020. O senador Jorginho Mello, presidente estadual do partido, afirma que o crescimento não surpreende e o atribui ao “trabalho conciliador e sensato” que vem sendo construído. Ao todo, até o momento, o PL possui 88 candidatos a prefeito, 115 candidatos a vice e 1942 candidatos a vereador. Com isso, a sigla dos liberais aparece desbancando partidos tradicionais do estado como o PSDB, o PSD e a sensação da última eleição de 2018, o PSL. Além disso, o partido foi o que mais recebeu filiados na última janela de transferência partidária.

Mandado de busca e apreensão

Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) estiveram na Casa D’Agronômica, em Florianópolis, e no Centro administrativo, nesta quarta-feira (30). O local é a residência oficial do governador de Santa Catarina, onde atualmente mora Carlos Moisés da Silva. O MPF cumpriu no local um mandado de busca e apreensão. A autorização judicial foi concedida pelo STJ. O motivo é a compra dos 200 respiradores pelo governo de Santa Catarina.

Carreata do governador

No último domingo, aconteceu em Florianópolis uma carreata a favor da democracia e do governo de Carlos Moisés e da vice Daniela Reinehr. A carreata mobilizou 400 carros, um sinal claro que a sociedade catarinense, nem da capital, apoia o governador e a vice. O governador Moisés e a primeira-dama Kesia Martins acompanharam o ato. Ele foi recebido com aplausos ao chegar no Trapiche da Beira-Mar, onde ocorreu a concentração da carreata. “Vocês sabem o que está acontecendo no estado. Nós estamos trabalhando por Santa Catarina, para fazer uma gestão eficiente, com bons resultados e uso responsável dos recursos públicos”, disse.

Renúncia do governador

Voltou a ventilar nos corredores do palácio, uma possível renúncia do governador Carlos Moisés ao cargo. Essa hipótese ronda os bastidores desde a última semana, em razão do processo de impeachment que está em estado adiantado na Assembleia. No cenário, a que se avaliar também a posição da vice-governadora Daniela Reinehr, já que se o propósito da renúncia for evitar uma eleição indireta, a saída somente de Moisés não alcançaria o efeito desejado.

Kennedy será o relator

O deputado Kennedy Nunes (PSD) será o relator da etapa da admissibilidade da denúncia contra o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) e a vice Daniela Reinehr (sem partido) no caso do reajuste salarial dos procuradores do Estado. Kennedy terá o prazo de 10 dias, contados a partir de segunda-feira (28), para apresentar seu parecer pela admissibilidade ou não da denúncia. A expectativa é que o relatório seja votado pelos julgadores na segunda quinzena de outubro.

Irritou o eleitor

A enxurrada de propaganda eleitoral nas redes sociais no primeiro dia que foram liberadas as publicações, não agradou muito o eleitor catarinense. Os marqueteiros devem prestar muita atenção quando colocar as suas peças publicitárias nas redes sociais, para não irritar o eleitor e acabar perdendo o voto.  Uma missão nada fácil para os partidos e marqueteiros em saber a medida certa e o quanto colocar para veicular nas redes. Quem menos errar, mais voto vai conseguir.

Candidatos

Nunca o número de opções dos eleitores catarinenses na urna eletrônica foi tão grande. Conforme os dados atualizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (28) à tarde, 21.425 candidatos se registraram para concorrer às eleições 2020 em Santa Catarina – o maior número da história em eleições municipais. Segundo o TSE, foram contabilizados 913 candidatos a prefeito e vice-prefeito, mas uma candidatura já foi considerada inapta, resultando em 912 prefeitos e 913 vices por enquanto. Para o cargo de vereador, 19.601 candidatos se registraram. O prazo para cadastro das candidaturas acabou no sábado (26), mas os números ainda podem variar até o julgamento de todos os pedidos, que tem como prazo o dia 26 de outubro.

Saúde em primeiro lugar

Levantamento exclusivo do Paraná Pesquisa revela: a Saúde no país é o tema que eleitores mais gostariam que candidatos a prefeito debatessem na campanha. O tema é citado por 37,8% dos entrevistados. Em seguida está o tema Emprego (11,1%) e a Educação (8%) em terceiro. Segurança (6,3%) e Renda/Economia (5,6%) fecham o “Top 5” dos temas mais importantes para o eleitor. Em todos os recortes da pesquisa, a Saúde é o tema principal. Não importa idade, escolaridade, sexo, situação econômica ou região. O Paraná Pesquisas ouviu 2.008 brasileiros em 232 municípios do país, entre os dias 21 e 24 de setembro.

Improcedente

Por unanimidade, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve a sentença que julgou improcedente a ação popular que buscava anular contrato de compra do prédio, no Centro de Florianópolis, pelo valor de R$ 83 milhões, para abrigar a sede administrativa do legislativo catarinense. ação popular buscava anular o contrato firmado entre a Assembleia Legislativa e a empresa TR Assessoria e Participações Ltda.

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