quinta, 16 de julho de 2020 - 01:53:02 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 08 de junho de 2020 - 3:40 PM

Tucanos têm carta na manga…

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Informações de bastidores dão conta que o PSDB de Xanxerê tem uma carta na manga para esta eleição. Seria um nome que agrega todos os segmentos tucanos e só deve ser apresentado no apagar dos candeeiros. Conforme minhas fontes, é uma liderança que saiu de Xanxerê, mas está voltando, com grandes expectativas de levar o PSDB novamente ao comando do Executivo. Um nome forte. Enquanto isto, os tucanos discutem internamente o porquê da demora em apresentar logo o nome que será candidato a prefeito nesta eleição. Com a palavra, o presidente Péricles Vicini e o coordenador Gelson Merisio.

PSC terá candidato a prefeito

O Partido Social Cristão de Xanxerê lançou o advogado Renato Muniz da Silva, como candidato a prefeito nesta eleição. Muniz afirma que a solicitação para concorrer à majoritária partiu do presidente municipal Manoel Armênio e da executiva estadual. Conforme Muniz, o município precisa urgente melhorar a sua saúde, estradas e valorizar a pequena e média empresa para geração de novos empregos. “Vamos fazer uma campanha de olho no olho, sem promessas, mas com projetos que venham verdadeiramente mudar a vida dos xanxerenses”, garante.

Culpados frente a frente

Os deputados que fazem parte da CPI dos Respiradores solicitaram, pelas vias legais, o comparecimento do ex-secretário da Casa Civil, Douglas Borba à Alesc. Borba que está preso teria que ir sob escolta policial, de camburão, para depor na Assembleia Legislativa.  Alguns questionam que pode haver constrangimento. Mas e daí? Constrangimento foi a tentativa de roubo e corrupção com verbas públicas. Até o momento ninguém sabe quem é responsável pela compra dos respiradores. Os três acusados Douglas Borba, Helton Zeferino e Márcia Pauli, tem que ser colocados frente a frente para que a verdade e os culpados apareçam.

Respiradores Fantasmas

A novela sobre a vinda ou não dos respiradores continua. O mais preocupante é que até agora só vieram 50, que não servem para UTIs. São utilizados em ambulâncias. Ou seja, não terão qualquer utilidade para o combate efetivo da Covid-19. O governo do estado precisa dar uma resposta à sociedade catarinense, afinal são verbas públicas que foram desperdiçadas nesta compra dos 200 respiradores fantasmas.  O governo já recuperou R$ 11 milhões, mas onde estão os outros R$ 22 milhões?

Governador continua calado

É muito estranho este silêncio do governador Carlos Moisés na compra fraudulenta dos 200 respiradores. Até o momento, o governador não veio a público esclarecer seu papel nisso tudo, afinal é o seu governo e seus comandados colocados nas devidas funções por ele. Moisés tinha conhecimento desta compra? Sim ou não? Claro que o governador no momento está tranquilo, pois na condição de governador não pode ser convocado para depor. Moisés pode escolher o dia, o local e a hora do depoimento. Mas pode mudar, conforme o andamento da investigação e os depoimentos prestados pelos envolvidos. O governador ficar em silêncio é legal, mas perante à sociedade é imoral.

Vaquinha para ajudar o insano do Olavo

Capitaneados por Luciano Hang, o “véio da Havan”, empresários bolsonaristas estão sendo convencidos a ajudarem o papa do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, que distribuiu palavrões – ao estilo – contra Bolsonaro e Hang, em busca de ajuda. Conforme informações, a ajuda é de “módicos” R$ 2,8 milhões para pagar a indenização do processo movido pelo cantor Caetano Veloso, contra o guru de Bolsonaro. Mas, esta é apenas uma parte do valor. Nos bastidores, o entendimento é que Olavo precisa de mais alguns milhões. Olha a que ponto chegamos de insanidade neste país. Enquanto hospitais sofrem por falta de respiradores e gente está morrendo, empresários vão fazer vaquinha para ajudar Olavo de Carvalho a pagar suas dívidas. Um imprestável, que mora nos Estados Unidos e só sabe falar mal do país.

Cassação da chapa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar nesta terça-feira (9), ações que pedem a cassação da chapa que elegeu o presidente Jair Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão, em 2018. As duas primeiras a entrarem na pauta tratam sobre ataques cibernéticos a um grupo de Facebook que teria favorecido Bolsonaro. A avaliação na corte eleitoral, porém, é de que estes questionamentos têm pouca chance de irem adiante, mas ainda há outras ações na lista para serem julgadas que preocupam mais o Palácio do Planalto, como as que tratam de disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp. A Chamada Fake News, do gabinete do ódio.

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