quinta, 22 de novembro de 2018 - 09:32:40 AM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 15 de outubro de 2018 - 7:54 PM

Um novo capítulo para SC

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Quem construiu este estado foram os partidos – PP, MDB, PSDB, PSD, entre outros, que juntos ajudaram a governar. Está na hora destes mesmos partidos comporem e não brigarem. A política é a arte de engolir sapo, isto todos sabem e conhecem bem, assim como o eleitor. Teve acertos e erros, mas vivemos em um estado maravilhoso e com qualidade de vida, como poucos. Agora, querer nesta hora de decisão importante para reescrevermos um novo capítulo da história catarinense, levar para o lado pessoal e com picuinhas, com certeza todos iremos perder. Estes partidos que construíram este modelo de sucesso deveriam, sim, chamar a sua militância para juntos reescrever esta nova história, a partir de 2019. Não simplesmente lavar as mãos. Santa Catarina mais do que nunca, precisa de um administrador e não de um mero número. Gelson Merisio mostrou que está preparado para fazer esta mudança e levar o estado para um novo momento de tecnologia, segurança e qualidade de vida para todos os catarinenses. É hora de buscarmos o voto pelo Oeste.

Se prepare

Alguém já tinha ouvido falar do Comandante Moisés (PSL), antes da eleição? Ou ele fez algo para o Oeste? Ele é apenas um número que surgiu nas urnas na onda de Bolsonaro. Não estou questionando seu caráter, mas primeiro tem que se preparar para a vida pública, antes de querer ocupar um cargo tão importante na vida dos catarinenses, como o de governador do estado.

Secretários

O candidato ao governo pelo PSD Gelson Merisio anunciou 4 dos possíveis secretários, caso vença as eleições. São eles: Secretário de Segurança Odair Tramontin- promotor do Gaeco, adjunto Ivan Ziolkowski – delegado da Polícia Federal, Guilherme Ziguelli para a Fazenda e Rodrigo Moratelli para a secretaria das Cidades.

Prioridades

“Assumi o governo com déficit público estimado de R$ 2 bilhões e diminuímos para menos de R$ 1 bilhão. Isso comprova que existe alternativa. Vou continuar as prioridades que eu estabeleci: segurança pública e a Saúde, que dão sinais inequívocos de melhoras”.

Governador Eduardo Pinho Moreira (MDB)

Reconstruir

O presidente do PSDB, deputado estadual Marcos Vieira, que conseguiu a reeleição, admite que o efeito Bolsonaro causou estrago em diversos partidos, e o PSDB não fugiu à regra. “Agora vamos reconstruir. É a mesma coisa que a velha ressaca. Destruiu, agora vamos sentar e consertar. Vamos trabalhar muito e começar a pensar na eleição municipal”, afirma a liderança tucana.

Dívidas dos senadores

Pelo menos 12 dos 54 senadores eleitos ou reeleitos devem juntos cerca de R$ 65 milhões à União, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Os parlamentares estão inscritos na dívida ativa por pendências previdenciárias e outros tipos de tributos não pagos. O levantamento inclui dívidas vinculadas ao CPF dos eleitos e ao CNPJ de empresas nas quais aparecem como sócios.

Lava Jato

No ano em que completará cinco anos, a Lava Jato pode ver o seu trabalho aumentar, a partir de 2019. A investigação, que parece estar chegando a um esgotamento, com menos fases deflagradas em relação aos outros anos, pode voltar a movimentar a carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde ficam os alvos da força-tarefa. Isso porque mais da metade dos deputados e senadores envolvidos no escândalo não conseguiu se reeleger neste ano.

Pesquisa

A nova pesquisa da BTG Pactual para o segundo turno das eleições presidenciais mostrou Jair Bolsonaro (PSL) com 59% dos votos válidos contra 41% de Fernando Haddad (PT). O levantamento foi feito com 2 mil pessoas por telefone, entre 13 e 14 de outubro, e divulgado na manhã desta segunda-feira (15). A margem de erro é de dois pontos percentuais. Quando não contados os votos brancos, nulos e indecisos, a pesquisa mostra um resultado de 51% para o capitão reformado e 35% para o petista.

Fundo vergonha

Os campeões de votos não se valeram de produções milionárias para rádio e na TV. Preferiram produções até primárias, nas redes sociais. Eleito senador com 9,3 milhões de votos, Major Olímpio (PSL-SP) vai propor a extinção do Fundo Eleitoral, que chama de “fundo da vergonha”.

Oposição

Para o diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, especialista em tendências de comportamento político, os novatos eleitos este ano “estarão sempre a um passo de virar oposição”, porque não dependem de nada. Não precisaram do Fundo Eleitoral para se eleger, o que lhes dá independência das cúpulas partidárias, tampouco da liberação de emendas parlamentares, moeda de troca usada pelos governantes.

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