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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 17 de março de 2020 - 4:27 PM

Vereador Vilson Piccoli pode ir para o PL

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O vereador Vilson Piccoli  já pediu a sua desfiliação do MDB xanxerense e mantém conversações com dois partidos. Informações de bastidores dão conta que Píccoli analisa seriamente ir para o PL do senador Jorginho Mello. As portas estão abertas para  vereador, até mesmo disputar a majoritária, caso seu nome ganhe destaque  nas pesquisas. Atualmente, o pré-candidato a prefeito do PL  é o ex-vice-prefeito Leandro Vigo. Mas como em política não existe ponte final, pode até sair uma chapa pura com Vigo e Piccoli. Por que não?

Biasus e Iara

O MDB xanxerense está  em conversações com vários partidos e lideranças para formar uma chapa forte à majoritária para disputar as eleições municipais. Conversas de bastidores dão conta que a ex-secretária da Saúde, a psicóloga Iara Callfass vem sendo assediada para formar uma chapa com Biasus. Iara não se manifesta sobre o assunto, mas seu nome caiu no gosto do grupo. Sem dúvidas seria uma chapa forte. Iara é de uma família tradicional e respeitada no município, sem falar no seu belíssimo trabalho frente à secretaria de Saúde. Ela já foi apontada em 2016 como pré-candidata a prefeita, mas por motivos particulares abriu mão da disputa. O jeito é esperar para ver o que acontece, depois que o MDB se manifestar.

Menegolla só observa

O prefeito Avelino Menegolla (PSD) não esconde o seu desejo de disputar o quarto mandato a prefeito, mas cauteloso Menegolla deixa os adversários se manifestarem e até torcerem pela sua não candidatura, o que com certeza  mudaria o atual quadro político de candidatos a prefeito em Xanxerê. Menegolla neste momento buscar realizar o maior número de obras. Mesmo com muitas críticas, o prefeito tem um extenso calendário de obras que pretende entregar até o final do ano, o que seria uma reviravolta para diminuir significativa as críticas, fortalecendo ainda mais o seu projeto de reeleição.

Assembleia parou

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Santa Catarina decidiu, nesta segunda-feira (16), cancelar as sessões ordinárias e reuniões das comissões permanentes programadas para esta semana. A medida, de caráter preventivo, é mais uma ação de enfrentamento à disseminação do novo coronavírus (Covid-19). O objetivo da Mesa é avaliar a evolução da doença no decorrer dos próximos dias para definir a agenda dos trabalhos legislativos, garantindo ao público, nas semanas seguintes, a participação nas discussões sobre projetos importantes que estão em tramitação na Casa.

Suspendeu

O ato também suspendeu todas as audiências públicas, sessões solenes e especiais, eventos de lideranças partidárias e bancadas, frentes e fóruns parlamentares, seminários, congressos, fóruns e outros programas e eventos patrocinados pela Alesc ou com sua parceria, além dos eventos da Escola do Legislativo.

“O dia em que a terra parou”

Ao que parece, os governos entenderam a gravidade e começam a tomar as devidas providências para combater a mais nova epidemia que vem se alastrando pelo mundo todo. O COVID- 19, mais conhecido como novo coronavírus. O Brasil ainda não sentiu a onda do vírus, o que deve acontecer nos próximos quatro meses, com a chegada do inverno. Hoje, o melhor remédio ainda é a prevenção. Vários países se fecharam, como EUA, Itália, Argentina, Peru, Chile, entre outros países. O Brasil tem realizado um belíssimo trabalho, através do Ministério da Saúde, com orientações e ações efetivas, na  área da saúde e financeiramente, liberando verbas  para os estados e categorias de risco, como aposentados, com a antecipação do 13º.  Liberando, também, as parcelas do FGTS, entre outras ações para combater a contaminação em massa. Mas, acima de tudo, a conscientização de cada um, será preponderante para vencermos mais esta guerra bacteriológica que afeta a todos, em especial a terceira idade, devido a sua baixa imunidade. Já cantava o saudoso roqueiro Raul Seixas: “O dia em que a terra parou”. Em pleno século 21.

Homicídio doloso

A deputada Janaína Paschoal (PSL) criticou o presidente Jair Bolsonaro por estimular manifestações, no domingo (15), e até cumprimentar populares. “É um atraso”, disse. Janaína advertiu que autoridades estão sujeitas à acusação de homicídio doloso, quando não adotam medidas para impedir mortes. É bom lembrar que Janaína conhece o caminho das pedras: ela dividiu com Hélio Bicudo a autoria do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Patético

O senador Major Olímpio (PSL-SP) nesta segunda (16), ao tentar impedir o acesso do governador João Dória (PSDB) a instalações da Polícia Militar, até se jogou no chão. Patético. E ainda perdeu o controle e tentou agredir Doria ao ouvir: “Vai trabalhar!”

Defensores contra adoradores

Na era Lula tinha os defensores, agora na era Bolsonaro os adoradores.  A sociedade brasileira ainda vive na esperança de que um ídolo ou mito venha resolver todos os problemas do país, quando na realidade todos são responsáveis pelas mudanças. Heróis só existem nos quadrinhos da Marvel. O presidente é um funcionário público bem pago que tem o dever de trabalhar em prol de todo sociedade brasileira, com hora, dia, mês e ano para sair do governo.

Rir para não chorar

Muito se usou a expressão “negócio da China”, principalmente quando alguém realizava um bom negocio  e tinha um bom lucro. A chegada do coronavírus mudou esta expressão. Ninguém quer fazer negócio da China.

 

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