segunda, 06 de abril de 2020 - 09:12:35 PM
Lucio Jaques
Atendimento saúde
PUBLICADA EM 10 de março de 2020 - 6:37 PM

Vereador Vilson Piccoli sai do MDB

Imprensa contra3

 

O vereador Vilson Piccoli anunciou na tribuna da Câmara de Xanxerê a sua saída do MDB. “Saio do MDB com muitos amigos e com a tranquilidade de que não tenho e nunca tive inimigos, mas sim adversários na vida política. Agradeço profundamente ao presidente municipal Guilherme Demarch pelo apoio e a toda diretoria do partido”, disse. Piccoli disse, ainda, que continua vereador e sempre irá defender a sociedade visando o bem comum e o desenvolvimento do município. “Esta sempre foi minha bandeira”, afirmou. Conforme conversa que tive com o vereador Piccoli, ele está em conversação com dois partidos e na semana que vem anunciará em qual vai assinar ficha.

Com apoio do grupo

Em entrevista exclusiva para o jornal O Diário e site Alô Notícias, o vereador Piccoli afirmou que sua decisão de trocar de partido foi devido à busca de espaço para concorrer a majoritária, já que o advogado e ex-vereador Adenilso Biasus anunciou sua pré-candidatura a prefeito pelo MDB. Piccoli também deixou claro que junto com ele existe um grupo de lideranças xanxerenses que apoia o seu projeto político, o que fortalece ainda mais a sua pré-candidatura a prefeito.

Vignatti assina ficha no PSB

Depois de anos militando pelo Partido dos Trabalhadores (PT), o ex-deputado federal Claudio Vignatti assinou ficha no PSB. Conversei com Vignatti que está em Florianópolis e este me confirmou que nesta terça-feira assinou a ficha no partido. Antes de tomar esta decisão, Vignatti fez um consulta, via redes sociais, com amigos, lideranças e simpatizantes para saber qual seria a manifestação sobre sua ida para o PSB, e foi extremamente positiva, o que o motivou mais ainda. Vignatti passa a coordenar o partido em todo o estado e começa a trabalhar visando às eleições municipais. Lideranças ligadas à Vignatti, como prefeitos e vereadores, devem seguir o mesmo caminho e assinar ficha no PSB.  A sua esposa, a vereadora Marcilei Vignatti, deve acompanhar o marido no PSB, isto deve ocorrer em breve, aproveitando a janela partidária, que vai até 3 de abril.

Aliado do presidente

O senador Jorginho Mello (PL) foi junto com o presidente Jair Bolsonaro para Miami e voltou no avião presidencial, como convidado especial. Mello se tornou mais do que aliado do presidente, seu partido, o PL, tem servido de guarda chuva para bolsonaristas que não poderão concorrer à eleição no partido do presidente, o “Aliança pelo Brasil”. Mais do que isto, Mello é um dos principais adversários do governador Moisés, desafeto de Bolsonaro. Sem dúvidas, o senador e presidente estadual do PL tem capitalizado muito politicamente, e, com isso, conseguido levar inúmeras lideranças para as fileiras do partido que ganha cada, vez mais, musculatura política. O PL se tornou uma opção atrativa no jogo político desta eleição municipal.

Fraude nas eleições

O mundo está vivendo um colapso sem precedentes na economia, mas para o presidente Jair Bolsonaro isto não é nada. Bolsonaro, que está em Miami, criou mais uma polêmica, afirmou que houve fraude eleitoral em 2018 e que ele foi eleito já no primeiro turno. A acusação não teve nenhuma prova apresentada e afirmou: “Pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito no primeiro turno, mas no meu entender, teve fraude.”  Com a declaração, Bolsonaro afronta a justiça eleitoral ao afirmar que houve fraude. Bolsonaro, mais uma vez, usa a tática de fazer declarações polêmicas para tirar o foco da real situação econômica do país e de seu governo capenga.

Gerador de crises

O presidente Jair Bolsonaro é o maior gerador de crise no seu governo e no país. Com reformas importantes para serem votados no Congresso, o presidente não tem ajudado em nada para facilitar a convivência política com o Congresso e Câmara Federal. Mal começou o ano e Bolsonaro já se indispôs com as casas, agora faz chamamento para que o povo vá para as ruas no dia 15, um desafio ao Congresso e ao STF. Em vez de fazer política, Bolsonaro gera crises, na hora em que o Brasil mais precisa, da aprovação das reformas tributária e administrativa, esta uma das mais importantes, pois  o governo poderá diminuir gastos com servidores e a máquina pública. Realmente, ele não sabe governar, como bem assumiu o presidente.

Cautela nas manifestações

O Congresso olha com cautela para as manifestações do próximo domingo, convocadas para protestar contra o parlamento e o Supremo Tribunal Federal (STF). Os atos tendem a se acirrar, caso sejam aprovados os projetos de lei (PLNs), enviados pelo governo, recolocando na mão de deputados e senadores R$ 20,5 bilhões do Orçamento.

Hora de buscar consenso

É consenso que, diante da crise econômica que se desenha, o presidente Bolsonaro deveria procurar a unificação. “A população está atônita. Não sabe o que está se passando. Escuta uma informação dizendo que o Congresso está pressionando o governo, outra, do Congresso, dizendo que não pressionou ninguém, mas, em uma crise desta magnitude, parece que estão brincando de coisa séria”, disse o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP). O governo Bolsonaro tem discurso e prática diferentes. Propõe acordo e chama os movimentos contra o Congresso. Em um momento destes, o país precisa de uma grande concentração nacional, até porque existe uma crise global.

Investimento público

Analistas políticos estão sem entender o que realmente o governo Bolsonaro vai fazer para enfrentar esta crise econômica. Garantem que a economia está derretendo, e onde está o governo Bolsonaro com soluções? Cadê a reunião emergencial para discutir saídas? “O ministro Paulo Guedes parece um disco quebrado, como se as reformas fossem solucionar tudo. Não vão. É hora de alavancar o investimento público”, afirmam.

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