terça, 04 de agosto de 2020 - 01:44:37 AM
Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 27 de julho de 2020 - 10:56 PM

Vigo e Piccoli fazem reivindicações para Xanxerê ao senador Jorginho Melllo

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O pré-candidato a prefeito Leandro Junior Vigo (PL) e o vereador Vilson Piccoli (PL) estiveram reunidos na última sexta-feira (24) com o senador Jorginho Mello, quando fizeram várias reivindicações para o município de Xanxerê, através de emendas para pavimentação asfáltica e obras para contenção de cheias do rio Xanxerê.  Um sinal que a aproximação e amizade entre ambos está muito forte.

Buligon deu um tiro no pé

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (PSL), deu um verdadeiro tiro no pé ao lançar a deputada federal Caroline de Toni como pré-candidata a prefeita de Chapecó. Caroline gravou, em seguida, um vídeo desmentindo Buligon, afirmando que não é candidata à prefeita, vai ficar na Câmara Federal, para a qual foi eleita. Mas ao que parece, Buligon ainda não desistiu da candidatura da deputada. Em uma entrevista, voltou a afirmar que para ele a candidata ainda é Caroline. “Vamos aguardar até as convenções”, disse.

PSL, a torre de Babel

Conversei com várias lideranças de Chapecó sobre a precipitação do prefeito Luciano Buligon em lançar a pré-candidatura da deputada Caroline de Toni à prefeita de Chapecó, sem falar com ela antes. Muitos foram taxativos em afirmar que não pegou bem e ficou feio. Pelo visto, o PSL vive um dilema e não se preparou para substituir Buligon. Já Caroline afirma que seu candidato a prefeito é Leonardo Granzotto, do Patriota. Em síntese, o PSL de Chapecó está como a Torre de Babel, um pede tijolo, o outro traz cimento.

Governador Moisés deve sofrer impeachment 

O ex-deputado federal João Rodrigues (PSD) questionado sobre o que acha do pedido de impeachment do governador Carlos Moisés e sua vice Daniela Reinehr, afirmou categoricamente que eles devem ser afastados do governo, pelo período de até 120 dias quando deve ser votado o pedido de impeachment. Para Rodrigues, a questão do governador e da vice é o conjunto da obra. Já a escolha do novo governador deve acontecer indiretamente. Até lá, quem assume o governo é o presidente da Assembleia, deputado Júlio Garcia.

O pior momento

Este pedido de impeachment surge no pior momento político do governador Carlos Moisés e do PSL, afinal estamos em plena eleição municipal e os pré-candidatos do PSL, a prefeito, vice e vereador, terão que responder e defender ao eleitor catarinense a não participação do governador Moisés nas compras suspeitas dos respiradores, entre outras que estão sendo investigadas. A pergunta que não quer calar é: este fato político vai influenciar na hora do eleitor votar para os candidatos do PSL, nesta eleição? A conferir, mas o fato político foi criado.

A culpa é de Moisés

Esta pandemia política que o governador Carlos Moisés (PSL) está vivendo tem suas digitais, desde que ganhou a eleição em outubro de 2018. Moisés achou que não precisava de ninguém para governar e optou em se isolar no Palácio da Agronômica e no Centro Administrativo, ignorando olimpicamente as demais lideranças políticas do estado, até mesmo os catarinenses. Todos eram oposição ao seu governo. Um ledo engano. Foi o despreparo político de Moisés que levou a este momento, aliado a atos corruptos de parte de sua equipe de governo. Agora, o governador se vê sozinho, sem respaldo e apoio político para enfrentar esta pandemia.

Fora do Centrão

O líder na Câmara Federal e presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, confirmou no que o partido deixará o bloco parlamentar comandado por Arthur Lira (Centrão). “O MDB independente foi aprovado na convenção que me elegeu presidente do partido, em 2019. Apoiamos o que acreditamos ser bom para o País. A presença do MDB no bloco majoritário da Câmara se devia às cadeiras nas comissões. Manteremos diálogo com todos. Somos ponto de equilíbrio”, afirmou. O DEM também deixará o bloco do Centrão e, com isso, ficam 158 deputados, e não mais 221, em apoio ao presidente Bolsonaro. As decisões do DEM e do MDB já fazem parte das movimentações nos bastidores para a sucessão de Rodrigo Maia, em fevereiro do ano que vem.

Bolsonaro

Depois de passar 20 dias no Palácio da Alvorada, em isolamento por causa da Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro vai retomar as viagens pelo país nesta semana. Na quinta-feira (30), o presidente deve visitar o Piauí e a Bahia. Na sexta, será a vez do Rio Grande do Sul. Bolsonaro deve voltar, a partir de agora, a cumprir uma extensa agenda de visitas aos estados, como forma de fortalecer seu mandato.

Declínio

Os tucanos vivem algo parecido com o que aconteceu com os lideres petistas, envolvidos em escândalos e corrupção, a exemplo de José Dirceu, Antônio Palocci, entre outros. Agora, chegou a vez dos tucanos de alta plumagem sofrerem em praça pública acusações de corrupções, lavagem de dinheiro e por aí vai. Na lista estão José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves, na mira da Lava-Jato. O ex-gigante PSDB se nivela ao PT, com os candidatos presidenciais para 2022 na mira da polícia. Um verdadeiro declínio político.

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