quinta, 22 de novembro de 2018 - 09:15:17 AM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 12 de setembro de 2018 - 3:16 PM

Voto branco ou nulo não é forma válida de protesto afirma Fossá

Reana Seguros

Conforme o candidato a deputado estadual Cleiton Fossá (MDB), a corrupção generalizada que assola o Brasil, a baderna administrativa e de gestão, além da falta de perspectiva em um futuro próspero, faz com que muitos cidadãos queiram distância da política e dos políticos. Porém, ao eleitor indignado, o bom senso precisa prevalecer. Neste momento de crise, precisamos de pessoas conscientes da má qualidade de nossa representação na gestão pública, para que sejamos capaz de promover a escolha de pessoas honestas e qualificadas, conectadas e comprometidas com as necessidades da população.

E a insatisfação traz à tona um assunto antigo: votar em branco ou anular o voto. Há o boato de que se os votos branco e nulo ultrapassarem 50% do total, a eleição é anulada. Embora antiga, muitas pessoas ainda acreditam nisso. Importante ressaltar que, na verdade, os votos branco e nulo não são computados no total de votos apurados, ou seja, vale apenas a votação dada aos candidatos, os conhecidos votos válidos. Essa desinformação despolitizada é muito perigosa para o regime democrático, pois induz o cidadão a uma ilusão.

Votar branco ou nulo ou ficar em casa no dia da eleição é, na prática, aceitar e validar a corrupção e a má gestão presente. Pior que isso, é vender o voto, pois ajuda a sustentar o sistema corrupto que impera na nação. A campanha pelo voto branco ou nulo afasta das urnas os eleitores de que os bons candidatos precisam. A desinformação e a venda do voto trazem consequências graves à democracia e ao futuro do País. A falsa sensação de protesto que esse tipo de voto proporciona faz com que o cidadão tente justificar assim sua escolha.

Por ser voto inválido, o branco ou nulo é uma atitude estéril, uma vez que transfere a escolha de seus representantes para que outras pessoas decidam. Dessa forma, quando um cidadão vota nulo ou branco, ele acaba abrindo brecha para que um candidato ruim acabe vencendo a eleição com um número menor de votos necessários. No final das contas, a opção por esse tipo de voto acaba se transformando em um ato de passividade mediante o cenário político vigente. O “protesto” se volta contra o próprio cidadão, sendo um tiro pela culatra.

É preferível depositar suas esperanças em candidato ou legenda que sejam parcialmente satisfatórios do que facilitar a vida de alguém com perfil questionável. A verdade é que só os indignados e/ou os decepcionados é que podem fazer a diferença. E isso se faz nas urnas, pesquisando sobre a história do candidato, sabendo fazer a escolha certa e não vendendo seu voto. A conscientização precisa ser constante e resultar em na queda do paradigma de que o voto não muda nada; se bem usado, ele pode mudar para melhor o futuro de todos.

 

 

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