sexta, 27 de novembro de 2020 - 01:53:16 AM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 19 de agosto de 2020 - 5:15 PM

“Vou fazer uma limpa”, diz pré-candidato a prefeito Tatu

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O pré-candidato a prefeito, vereador João Paulo Menegatti (PTB), vem sendo assediado por vários partidos, mas Tatu deixa uma coisa bem clara: “Sou pré-candidato a prefeito, não sou vice. Minha candidatura está forte e bem embasada. Minha candidatura não tem compromisso com partidos, mas com a população xanxerense. Meu projeto é governar com dois secretários, na saúde e educação, os demais serão diretores e coordenadores, isto vai gerar uma grande economia para a prefeitura. Vou, sim, valorizar os funcionários públicos e dar oportunidade para mostrarem seu trabalho, mas vou fazer uma limpa nos cargos comissionados”, enfatiza.

Alinhamento PSD, PSDB e PP?

Com a vinda do ex-deputado Gelson Merisio para o PSDB, algumas perguntas ficam no ar. Merisio pode influenciar uma aproximação dos tucanos com o PSD nesta eleição, podendo trazer também o PP? Até que ponto Merisio vai participar da definição desta eleição? Merisio, inegavelmente, é uma liderança e fez muito por Xanxerê. Merisio, sem dúvidas, tem força e musculatura política para mexer e até mudar a estrutura política em uma eleição.

Vai a vereador

A saída do vice-prefeito Ivan Marques do PSD deixou alguns traumas. Marques aceitou o convite do MDB, que o acolheu de portas abertas. Conversei com o vice-prefeito que foi taxativo em afirmar que aceitou o pedido do MDB e vai disputar novamente uma vaga no Legislativo pelo partido. “Acho que ainda posso dar minha contribuição ao município, por isso estou muito tranquilo. Sou um soldado do partido”, finaliza.

Inoperância

O relatório final da CPI dos Respiradores entregue pelo relator e oposicionista ao governo, Ivan Naatz (PL), demonstra que houve inoperância do governo Carlos Moisés, até mesmo na sua defesa, enviada para a Alesc, o que, naturalmente, consolidou outro pedido de impeachment. Mais do que uma ação investigativa, o impeachment tem o tom político que expõe cada vez mais as fragilidades do governo de Moisés.

Sem articulação

A situação do governador Carlos Moisés fica mais difícil e complicada. A falta de articulação do governo e do governador gerou um desgaste muito grande perante à Assembleia Legislativa. Moisés precisa agora lutar com todas as forças possíveis e imaginárias para tentar barrar o pedido de impeachment. O governador não tem parado no Centro Administrativo, visitando as regiões do estado, anunciando verbas e obras, em busca de apoio dos prefeitos e lideranças. Mas o foco tem que ser a Assembleia, afinal os votos que irão ou não o afastar do governo vem da Alesc.

Não teve caça às bruxas

O deputado estadual Ivan Naatz (PL) ao avaliar o relatório final da comissão que investigou a compra dos respiradores fantasmas, pelo governo Carlos Moisés, afirmou que vai apresentar esta semana novo pedido de impeachment. Naatz aproveitou para alfinetar o governador Moisés: “Não teve caça às bruxas e não acabou em pizza”, disse.

Pagou o preço

O deputado Ivan Naatz (PL) voltou a fazer críticas fortes ao governador, dizendo que Moisés se mostrou “ineficiente” para gerir o Estado e que “chegou ao Estado sem conhecer a palavra governabilidade e obviamente paga o preço por isso”.

Fora, presidente

O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, vive um momento complicado, dentro e fora da entidade, com a campanha “#forafelipesantracruz, Nossa OAB você não representa” nos estados. A campanha começou a avançar dentro da OAB para afastar seu próprio presidente. Cruz tem o hábito de pedir impeachment de presidentes e agora se vê no mesmo calvário. Felipe Santa Cruz é acusado de tentar desesperadamente premiar um ex-funcionário, com R$ 600 mil e mais R$ 17 mil mensais.

Combate à corrupção

Levantamento nacional do Paraná Pesquisa mostra que 39,6% da população acredita que a atual administração federal do presidente Jair Bolsonaro é a que mais combateu a corrupção, em relação a governos anteriores. Para 29,8%, Bolsonaro fez igual a governantes anteriores, e 25% acreditam que o atual governo fez menos. Esse sentimento dispara para 47,8% na população das regiões Centro-Oeste e Norte.

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