terça, 19 de outubro de 2021 - 02:26:58 PM
Lucio Jaques
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PUBLICADA EM 23 de setembro de 2021 - 3:16 PM

Xanxerê terá candidatos a deputado estadual

 

Depois de jejum sem um representante na Assembleia Legislativa, Xanxerê terá no mínimo três pré-candidatos a deputado estadual. O ex-vereador Wilson Martins (PL) colocou seu nome à disposição, bem como o vice-prefeito Adenilso Biasus, pelo MDB. Agora, foi a vez do ex-vereador João Paulo Menegatti (Tatu) ser apresentado como pré-candidato pelo PTB. Mas pelas movimentações, outros nomes devem surgir. Ainda fica sem resposta quem irá disputar uma vaga para deputado federal, que continua em aberta no município e região. Extraoficial o nome do ex-prefeito Bruno Bortoluzzi vem sendo cogitado para disputar uma vaga na Câmara Federal, mas Bortoluzzi ainda não bateu o martelo se irá disputar uma vaga como deputado federal. A conferir.

Para onde vai Moisés?

Ainda continua sem resposta, em qual partido o governador Carlos Moisés vai assinar ficha para disputar a reeleição, mesmo que silenciosamente algumas forças que hoje fazem parte do governo busquem levar Moisés para o lado do MDB, que já manifestou não ter nada contra. Existe um namoro com o PSD e PP, mas há quem aposte que Moisés vai mesmo para uma sigla pequena, onde tenha o comando do partido. Uma coisa é certa, esta mudança deve acontecer até o final do ano.

MDB em ebulição

Lideranças emedebistas estiveram reunidas em um almoço na última segunda-feira (20) com os três pré-candidatos ao governo (Antidio Lunelli, Dário Berger e Celso Maldaner), quando ambos defenderam que a escolha do nome do pré-candidato aconteça até outubro deste ano e não mais em fevereiro de 2022, como foi proposto. A decisão tem apoio da bancada federal do MDB, já a bancada estadual defende que o MDB fique até março do ano que vem no governo Moisés. Em síntese, o MDB está em ebulição e, com certeza, qualquer decisão que seja tomada vai deixar feridas profundas no partidão.

 Chapa pura

Como a política está em constante evolução e mudanças, começa a ser discutida, internamente, no MDB, a possibilidade de o partido sair com chapa pura tendo o prefeito licenciado de Jaraguá, Antídio Lunelli, na cabeça, com o deputado federal Celso Maldaner de vice e o senador Dário Berger indo à reeleição. Agora só falta conversar e convencer os caciques da velha guarda do MDB que também têm projetos pessoais. Com certeza não será uma tarefa fácil.

Pesquisa do MDB

Uma coisa que os caciques do MDB não esperavam era que os os três pré-candidatos ao governo pelo MDB (Lunelli, Berger e Maldaner) fechassem um acordo tão rápido e exigissem que a escolha do nome para disputar o governo aconteça em outubro. Ambos sugeriram que sejam realizadas pesquisas para avaliar qual é o melhor desempenho dos três perante o eleitorado.

Cenário

Vale lembrar que na última reunião do diretório, em agosto, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, afirmou que o partido vem realizando pesquisas, mensalmente, e nenhum dos três deslanchou. Como a pesquisa mostra o cenário do momento pode ter mudado. Mas as pesquisas dão larga vantagem para o governador Carlos Moisés (sem partido).

Reprovação do governo Bolsonaro

A situação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu governo piora a cada mês. Na última pesquisa realizada pelo instituto IPEC os números não são nada animadores, com a reprovação do governo em 53% e a aprovação apenas 22%. Isto tem motivado conversas de líderes do Centrão para que Bolsonaro não dispute a reeleição e indique alguém no seu lugar. Com isso, terá apoio do grupo. Dificilmente, Bolsonaro deva deixar de ir à reeleição, pelo seu histórico de arrogância e síndrome de “mito”.  A seguir neste rumo das pesquisas, Bolsonaro não se reelege. Convenhamos que o presidente Bolsonaro não tem ajudado em nada para este cenário. Aliás, tem ajudado na campanha de Lula, que inteligentemente tem fica em silêncio e feito pouca propaganda. Como diz o ditado popular: “Tem horas que falar vale prata e calar vale ouro”.

Lula está na frente de Bolsonaro

A última pesquisa realizada mostra claramente o cenário político e o pensamento do eleitorado brasileiro. O presidente Jair Bolsonaro estagnou em 23%, enquanto o ex-presidente Lula cresce na preferência do eleitorado, com 48% das intenções de votos. O presidente Bolsonaro realmente não sabe governar, muito menos fazer política, continua a gerar brigas e crises institucionais, em vez de se preocupar em governar e atacar a inflação que já assola a economia brasileira. Não existe um plano de governo, em curto, médio ou longo prazo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem demonstrado ser ineficiente e incompetente para mudar este cenário econômico. Os aumentos na gasolina, alimentos, gás e agora da taxa de energia elétrica, sem dúvidas tem contribuído para a queda vertiginosa do presidente Bolsonaro nas pesquisas.

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